John Textor SAF do Botafogo volta aos holofotes, e, como torcedor que acompanha cada passo dos bastidores, percebo a importância de separar fatos de rumores. O investidor norte-americano assegurou que não há atrito com a GDA Luma e reforçou ter um plano claro para estabilizar as finanças do clube.
Em entrevista neste sábado (9/5), o proprietário da SAF enfatizou a parceria com o fundo que já emprestou US$ 25 milhões ao Alvinegro, valor que pode chegar a US$ 55 milhões, mas que, segundo ele, ainda é reversível com o avanço das negociações.
- Sem ruptura: Textor nega qualquer conflito com Gabriel de Alba, gestor da GDA.
- Empréstimo vital: fundo aportou US$ 25 mi em momento crítico, garantindo fluxo de caixa.
- Plano futuro: conversas prevêm participação acionária equilibrada entre Textor, GDA e Hutton.
John Textor detalha acordo e descarta crise na SAF do Botafogo
O empresário ressaltou que apresentou a GDA como “amigos de longa data” e rechaçou a ideia de que o grupo possa agir como “cavalo de Troia”. Para ele, a narrativa de divisão foi inflada por setores que se opõem à atual gestão.
Segundo Textor, 50 % do capital da GDA vêm de investidores que já o acompanharam em outros negócios, como a FuboTV. O restante se divide entre a própria GDA (25 %) e a Hutton Capital (25 %), mantendo Textor como detentor majoritário dos 90 % da SAF—os outros 10 % permanecem com o clube social.
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Entenda o que trava a formalização do investimento
O avanço do aporte esbarrou em documentos que exigem a assinatura da diretoria do clube associativo. Textor afirma que esses papéis permitiriam converter parte do empréstimo em ações, diluindo a dívida sem comprometer o controle do futebol.
- Bloqueio interno: diretoria do clube social não assinou a emissão de novas ações.
- Direitos do credor: sem conversão, GDA ganha força para exigir valor maior na devolução.
- Negociação aberta: Textor busca reunião tripla com GDA e clube para fechar termos.
Apesar da tensão, o investidor diz manter “ótimo canal” com Gabriel de Alba e Hutton. Ele reafirma que o objetivo é proteger o capital já aplicado, atrair novos recursos e manter a governança alinhada.
Na proposta em discussão há mais de dois meses, Textor se compromete a injetar novo capital próprio logo que a diretoria associativa aceite os termos. A GDA, por sua vez, poderia transformar parte do crédito em participação acionária, cenário que evitaria a quitação integral dos eventuais US$ 55 mi.
Imagem: Divulgação
Perguntas Frequentes
GDA pode assumir o controle da SAF do Botafogo?
De acordo com John Textor, não. Há um entendimento prévio que limita a GDA a 25 % das ações, enquanto ele permaneceria com 50 %, mantendo maioria.
O empréstimo de US$ 25 mi já virou dívida de US$ 55 mi?
A cifra de US$ 55 mi é potencial, resultado de correções contratuais. Textor acredita que, com a conversão em ações, o valor será significativamente reduzido.
Para quem acompanha de perto a reconstrução alvinegra, a mensagem é clara: John Textor não vê crise irreversível, confia na retomada de diálogo com o clube social e mantém a GDA como parceira estratégica, não como rival.
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