Remo x Palmeiras segue no centro das atenções — e, confesso, poucos imaginavam tamanho desdobramento quando a bola parou de rolar em Belém. O empate por 1 a 1 virou pauta jurídica, administrativa e, claro, esportiva.
A revolta do Palmeiras nasce no lance que anularia o gol de Bruno Fuchs, invalidado após a bola tocar, de forma não intencional, no braço de Flaco López. Para o Verdão, a regra foi aplicada de maneira equivocada, já que o autor do gol foi outro jogador.
- Empate ocorreu no Baenão, em Belém do Pará
- Gol de Bruno Fuchs foi anulado por mão de Flaco López
- Diretoria busca vias jurídicas para reverter resultado
Remo x Palmeiras: clube pressiona CBF por anulação do jogo
Logo após o apito final, Anderson Barros, diretor de futebol palmeirense, foi à coletiva contestar a decisão. Ele sustentou que apenas se López tivesse balançado as redes o lance poderia ser invalidado. Com o 1 a 1 mantido, o departamento jurídico do clube passou a reunir imagens e relatórios da arbitragem.
Internamente, o Verdão avalia formalizar pedido de anulação ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Embora casos semelhantes raramente prosperem, a diretoria sinaliza que não deixará o episódio se perder no noticiário.
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Possível anulação: próximos passos do Palmeiras
Para sustentar a ação, o clube define duas frentes:
- Coleta de provas: vídeos, atas e comunicação do VAR
- Base legal: interpretação atual da regra de mão na bola
- Pressão institucional: cobrança pública à Comissão de Arbitragem da CBF
Nos bastidores, a avaliação é de que, mesmo com baixa probabilidade de sucesso, manter o debate vivo pode gerar mudanças futuras no protocolo do VAR e da arbitragem. A Confederação, por sua vez, já lida com críticas de outras equipes pelo mesmo motivo.
Perguntas Frequentes
O Palmeiras já protocolou pedido de anulação?
Ainda não. O departamento jurídico coleta elementos para embasar eventual ação no STJD.
Imagem: Divulgação
Qual a chance de o jogo ser anulado?
Historicamente, pedidos desse tipo dificilmente avançam; o clube admite que o cenário é complexo.
A CBF pode voltar atrás na decisão de campo?
Somente o STJD tem competência para anular partida. A CBF pode, no máximo, apresentar esclarecimentos sobre o lance.
Enquanto o tema segue em debate, o torcedor palmeirense aguarda uma posição definitiva. Seja qual for o desfecho, o episódio reforça a necessidade de transparência nas decisões do VAR.
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