Marquinhos falha na Champions — Eu assisti de perto um lance que mudou o roteiro da final europeia e acendeu o sinal vermelho para a Seleção Brasileira.
Logo aos cinco minutos da decisão entre Paris Saint-Germain e Arsenal, em Wembley, o zagueiro errou o corte, a bola desviou em Leandro Trossard e Kai Havertz abriu o placar. Apesar da reação francesa e do título nos pênaltis, o gesto técnico do capitão da Seleção virou combustível para críticas às vésperas da Copa do Mundo de 2026.
- Erro determinou o 1-0 inicial do Arsenal
- PSG buscou empate com pênalti convertido por Dembélé
- Troféu veio apenas nas cobranças, mas pressão permaneceu
Marquinhos falha na Champions e chega pressionado à Copa
As redes sociais explodiram em questionamentos sobre a segurança defensiva do Brasil. Torcedores pediram dupla formada por Gabriel Magalhães e Bremer, afirmando que o veterano de 32 anos “não passa confiança” em momentos decisivos.
A crítica não é isolada. Na Copa de 2022, Marquinhos desperdiçou o pênalti que selou a eliminação brasileira para a Croácia nas quartas de final. Agora, mesmo com respaldo de Carlo Ancelotti, ele desembarcará na América do Norte para sua terceira — e possivelmente última — participação em Mundiais sob olhar desconfiado.
Pressão aumentada na Seleção: história recente pesa
O zagueiro coleciona passagens marcantes sob forte tensão:
- 2022 – Pênalti perdido contra a Croácia na Copa
- 2023 – Queda nas oitavas da Champions diante do Manchester City
- 2024 – Falha decisiva na final contra o Arsenal
Internamente, a comissão técnica vê experiência como trunfo e já cravou Marquinhos como titular e capitão. No entanto, o histórico recente alimenta o debate sobre renovação defensiva, principalmente com o bom momento de atletas mais jovens na Europa.
Imagem: Divulgação
Perguntas Frequentes
Marquinhos ainda será capitão na Copa do Mundo?
Sim. Carlo Ancelotti reiterou que o zagueiro segue como líder da equipe, apesar das críticas.
Quem pode ganhar vaga na zaga do Brasil caso a pressão aumente?
Gabriel Magalhães, Bremer e Éder Militão despontam como principais concorrentes, todos em alta em seus clubes.
Resta saber como o defensor reagirá à nova onda de desconfiança e se transformará a pressão em motivação para, enfim, conduzir o Brasil ao sonhado hexacampeonato após 24 anos.
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