Recadastramento Corinthians: conselheiro cobra diretoria




Recadastramento Corinthians volta aos holofotes — e eu acompanhei de perto a nova investida de Vinícius Cascone para destravar o processo que, segundo ele, impede a convocação justa de Assembleia Geral.

Na manhã desta terça-feira (14/04/2026), o ex-diretor jurídico e atual conselheiro trienal protocolou requerimento formal cobrando ação imediata da diretoria alvinegra sobre supostas irregularidades no cadastro de associados.

  • Solicitação enviada ao presidente Osmar Stabile e ao diretor administrativo Fábio Soares
  • Pedido de divulgação do número real de sócios aptos a votar em até 5 dias
  • Exigência de publicação de editais para recadastramento dos remidos em 30 dias

Recadastramento Corinthians: conselheiro cobra diretoria

Cascone baseia a demanda no artigo 45, inciso IV, do Estatuto corintiano e no artigo 60 do Código Civil, dispositivos que garantem a qualquer grupo equivalente a um quinto dos associados o direito de convocar Assembleia Geral extraordinária. De acordo com o conselheiro, o registro inflado de sócios — fruto da ausência de recadastramento dos títulos remidos — dificulta atingir esse quórum mínimo.

O título remido concede uso vitalício das dependências do Parque São Jorge sem pagamento mensal. Porém, o artigo 146 do Estatuto determina recadastramento periódico desses proprietários, sob pena de desligamento temporário. Cascone alega que a diretoria ignora essa obrigação estatutária, distorcendo números e limitando o poder de mobilização dos demais associados.

O que está em jogo para a diretoria do Corinthians

O ofício também traz prazos e possíveis consequências:

  • 5 dias para divulgar total de associados com direito a voto, separando patrimoniais e remidos;
  • 30 dias para publicar editais de recadastramento em três jornais de grande circulação;
  • Descumprimento pode resultar em suspensão dos direitos dos sócios remidos não recadastrados.

Na última eleição (25/11/2023), 4.184 dos cerca de 4.600 aptos compareceram às urnas. O conselheiro argumenta que o número real é menor e que a correção é fundamental para transparência e governança internas.

Perguntas Frequentes

Por que o recadastramento dos sócios remidos é obrigatório?

Para atualizar dados e evitar que títulos inativos inflacionem o quadro social, garantindo quórum legítimo em votações e Assembleias.

Quais podem ser as consequências caso a diretoria não cumpra o prazo?

Além de questionamentos estatutários, os sócios remidos não recadastrados podem ter seus direitos suspensos, comprometendo participação futura.

O assunto promete novos capítulos e seguiremos atentos às medidas do clube.

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Resumo: conselheiro Vinícius Cascone pressiona a diretoria para cumprir o Estatuto, exigindo recadastramento dos sócios remidos e divulgação do número real de eleitores em até cinco dias.

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