Hélio dos Anjos critica executivos — e, ao ouvir pessoalmente a declaração na sala de imprensa, percebi o tom firme do técnico do Náutico ao defender sua autonomia à frente do elenco.
Na entrevista desta sexta-feira, 24 de abril de 2026, o treinador admitiu más experiências com diretores de futebol e justificou a ausência desse cargo fixo no clube alvirrubro, que o mantém como principal responsável por contratações e metodologia de trabalho.
- Treinador chamou antigos executivos de “péssimos” e “inoperantes”.
- Reafirmou que assume decisões estratégicas ao lado da comissão.
- Disse que não precisa de “fiscal” para cobrar rendimento.
Hélio dos Anjos critica executivos e reforça comando no Timbu
Segundo o técnico, as passagens anteriores ao lado de gestores de mercado deixaram clara a falta de proatividade desses profissionais nos momentos de pressão.
“Quando a crise chega, eles se escondem. Ficam debaixo da cama da mãe”, disparou, antes de completar que confia no apoio direto de seu staff interno para **alinhar contratações, treinos e planejamento de temporada**.
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Autonomia à prova no Náutico em 2026
O clube iniciou o ano sem um executivo de futebol. O diretor geral Luciano Leonidio coordena setores administrativos, enquanto Hélio e o auxiliar Guilherme modelam o departamento técnico.
- Modelo dá celeridade a negociações de atletas.
- Treinador responde diretamente à presidência.
- Comissão unifica filosofia de jogo da base ao profissional.
Hélio ainda ironizou críticas de torcedores que o acusam de “ter a chave do clube” e previu que muitos dos detratores estarão na festa em caso de acesso à Série B.
Imagem: Rafael Vieira
Perguntas Frequentes
Por que o Náutico não contratou um executivo de futebol?
A diretoria optou por centralizar decisões na comissão técnica para agilizar processos e reduzir custos com mais um salário executivo.
Hélio dos Anjos voltaria a trabalhar com um executivo?
Sim, desde que o profissional assuma responsabilidades e participe ativamente das decisões, algo que ele afirma não ter vivido até hoje.
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Em resumo, o comandante alvirrubro reforçou que confia no formato atual, cutucou antigos colegas de profissão e prometeu resultados dentro de campo para validar o modelo sem executivo — deixando claro que, no Náutico de 2026, a palavra final é dele.



