Fernando Diniz iniciou sua passagem pelo Corinthians há menos de um mês e, confesso, estou surpreso com a rapidez dos resultados: em seis jogos, o time soma quatro vitórias, dois empates e não levou um gol sequer.
O ex-atacante Luizão, ídolo que atuou entre 1999 e 2002, analisou o momento e apontou tanto virtudes quanto perigos do novo modelo de jogo, sobretudo diante da pressão constante na Neo Química Arena.
- Contrato de Diniz firmado em 6 de abril de 2026
- Seis partidas: 4 vitórias, 2 empates, 0 gols sofridos
- Luizão pondera riscos na Libertadores 2026
Fernando Diniz impressiona: Corinthians invicto e sem gols sofridos
Para Luizão, o estilo de posse e construção curta entusiasma, mas exige máxima precisão. “Um passe errado na defesa e a torcida explode”, alertou o ex-camisa 9, lembrando que o ambiente alvinegro oscila entre céu e inferno em questão de minutos.
Apesar do início sólido, o ídolo indica que jogos eliminatórios testarão a resiliência emocional do elenco. Ele próprio viveu situações parecidas, como a semifinal de 2000, na qual marcou 15 gols em 13 partidas, recorde brasileiro em média na Libertadores.
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Corinthians mira Libertadores sob olhar cauteloso
Luizão acredita que o Corinthians chega competitivo, mas não como favorito absoluto ao título continental.
- Força em casa potencializada pela torcida
- Concorrentes apontados com elenco mais rodado
- Mata-mata pode nivelar as diferenças
“É possível construir algo grande, porém precisamos de equilíbrio”, ponderou o ex-jogador, comparando o apoio alvinegro apenas ao do Boca Juniors em termos de intensidade.
Sobre nomes do atual elenco, o comentarista elogiou Yuri Alberto, classificando-o mais como segundo atacante do que centroavante de área. Para ele, cobranças devem considerar essa característica, ainda que a disputa por vaga na Seleção Brasileira siga intensa.
Falando em seleção, Luizão recomendou cautela ao atacante diante do flerte da Azzurra para 2030, lembrando que a Itália ficou fora das últimas Copas e que cenários podem mudar até lá.
Imagem: Divulgação
Memphis Depay e ajustes contratuais
Com vínculo até junho, Memphis Depay também entrou na pauta. Luizão defende a permanência do holandês, mas propõe adequar salários à realidade nacional. “Ele não tem culpa das regalias; o erro foi de quem assinou”, comentou, frisando a necessidade de gestão financeira responsável.
Enquanto isso, o Corinthians volta a campo nesta quinta-feira, às 21h, para enfrentar o Peñarol pela terceira rodada do Grupo X da Libertadores, na Neo Química Arena. Invicto com Diniz e sem sofrer gols, o time busca manter a série positiva e encaminhar a classificação.
Perguntas Frequentes
Quantos jogos Fernando Diniz comandou no Corinthians até agora?
Seis partidas: quatro vitórias e dois empates.
O Corinthians é favorito à Libertadores 2026?
Segundo Luizão, não parte como favorito, mas tem potencial de surpreender no mata-mata.
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Em resumo, o Corinthians vive um início promissor sob Fernando Diniz, mas carrega desafios típicos de um clube onde a linha entre glória e crise é tênue. Continue navegando no site para acompanhar cada detalhe dessa trajetória.



