Adidas Palmeiras volta a circular nos bastidores — e, enquanto apuro os detalhes, confirmo que o possível reencontro enfrenta barreiras fortes dentro do clube.
A conversa entre a fornecedora alemã e o Verdão existe, mas parte significativa do Conselho e da diretoria resiste à ideia. A principal preocupação é a preferência histórica da marca pelo Flamengo e a possibilidade de disparidade financeira entre os contratos.
- Resistência cresce entre conselheiros e diretores
- Puma tem vínculo até dezembro de 2028
- Flamengo seguiria com melhores condições contratuais
Adidas Palmeiras: resistência interna adia retorno ao Verdão
O clube paulista encerrou a última parceria com a Adidas em 2018. Desde então, a Puma assumiu o fornecimento de material esportivo e, em 2024, renovou oferecendo cifras superiores à concorrência alemã. Hoje, o contrato vigente impede qualquer avanço sem rescisão antecipada — possibilidade que a presidente Leila Pereira descarta.
Nos bastidores, o entendimento é que voltar para a Adidas antes de 2028 deixaria o Palmeiras em segundo plano. Dirigentes temem que o Flamengo renegocie valores ainda maiores, ampliando a distância financeira entre os rivais.
Contrato com a Puma trava planos de mudança
Para que a Adidas reassuma a camisa alviverde, seria indispensável negociar a saída da Puma. Restam dois anos e meio do atual compromisso, período que o clube considera estratégico para novos projetos de marketing e expansão internacional.
- Puma e Palmeiras iniciaram parceria em 2019
- Uniformes 2025 já estão aprovados e em produção
- Diretoria considera a relação “extremamente satisfatória”
Mesmo com conversas preliminares, a expectativa realista aponta para 2028, quando termina o mandato da atual presidente e o contrato com a Puma. Apenas a partir daí a Adidas ganharia terreno para formalizar proposta competitiva, em cenário político possivelmente diferente.
Imagem: Divulgação
Perguntas Frequentes
Por que há resistência interna ao retorno da Adidas ao Palmeiras?
Dirigentes temem que a marca priorize o Flamengo, gerando contratos menos vantajosos para o Verdão e ampliando a desigualdade de receitas entre os clubes.
O contrato com a Puma pode ser rescindido antes de 2028?
Tecnicamente, sim, mas a presidente Leila Pereira adota a prerrogativa de não romper acordos vigentes, o que torna a rescisão improvável.
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Em resumo, o retorno da Adidas ao Palmeiras depende de vencer resistência interna, superar cláusulas contratuais com a Puma e garantir que o clube não fique em posição secundária no portfólio da fornecedora. Siga navegando pelo site para mais atualizações exclusivas.



