Arbitragem contestada abriu discussão logo após o apito final em Salvador. Eu acompanhei de perto a entrevista de Franclim Carvalho, que não poupou críticas ao desempenho do trio de árbitros no duelo entre Bahia e Botafogo, válido pelo Campeonato Brasileiro.
O treinador apontou diferenças de critério e citou episódios anteriores para sustentar a insatisfação com o resultado de 2 a 1 na Arena Fonte Nova, neste sábado (30/5).
- Reclamação direta sobre a postura do quarto árbitro
- Comparação com partida anterior contra a Chapecoense
- Questionamento sobre tempo de acréscimo e decisões de campo
Arbitragem contestada: Franclim critica Bahia 2×1 Botafogo
Logo após a derrota, Franclim relatou que a comunicação entre a equipe técnica alvinegra e o árbitro Davi de Oliveira Lacerda foi interrompida de forma abrupta. Segundo o comandante, o quarto árbitro Lucas teria adotado postura distinta ao dialogar com integrantes da comissão.
O técnico lembrou a atuação de Lacerda em confronto da Copa do Brasil contra a Chapecoense, quando, na visão dele, houve tolerância excessiva com a retenção de bola pelo goleiro rival. Na Fonte Nova, afirmou, o critério mudou e a mesma marcação de oito segundos foi rigorosamente aplicada ao arqueiro do Botafogo.
Detalhes das críticas à arbitragem
Para embasar o argumento de que houve “dois pesos e duas medidas”, Franclim elencou pontos específicos:
- Cobrança de faltas: pedidos ignorados na área técnica alvinegra.
- Acréscimos: sete minutos no primeiro tempo e seis no segundo, considerados excessivos.
- Paralisações: atitude diferente em lances sem contusão grave quando comparado ao jogo da Copa.
O treinador frisou que não atribui exclusivamente o revés à arbitragem, mas reforçou que decisões inconsistentes influenciam no ritmo de jogo e, por consequência, no resultado final.
Com a derrota, o Botafogo mantém 70% de posse de bola, porém retorna ao Rio sem pontuar. Já o Bahia celebra a vitória diante de sua torcida e sobe na tabela.
Imagem: Divulgação
Perguntas Frequentes
Por que Franclim ressaltou o confronto com a Chapecoense?
Ele acredita que o mesmo árbitro aplicou critérios distintos para a retenção de bola pelo goleiro adversário, o que demonstra falta de uniformidade na condução das partidas.
O que motivou a queixa sobre os acréscimos?
Na visão do técnico, o tempo extra dado no segundo tempo não condiz com a quantidade de paralisações, pois não houve atendimento médico prolongado em campo.
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Em resumo, o discurso de Franclim reforça a necessidade de critérios estáveis na Série A. Continue navegando no Mais Bola e acompanhe todas as atualizações do Brasileirão.



