Arbitragem de Esteban Ostojich virou o assunto principal da noite no Mineirão, e eu já adianto: a repercussão negativa uniu torcedores de Cruzeiro e Boca Juniors em raríssimo consenso.
Na terça-feira (28), o Cruzeiro venceu o Boca Juniors por 1 a 0 pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores, mas o resultado ficou em segundo plano diante das decisões do árbitro uruguaio.
- Cartão amarelo polêmico aplicado a Kaio Jorge
- Puxão de camisa não marcado à beira da área cruzeirense
- Expulsão contestada do atacante argentino Adam Bareiro
Arbitragem de Esteban Ostojich gera críticas em Cruzeiro x Boca Juniors
O lance que inflamou os mineiros ocorreu ainda no primeiro tempo: Kaio Jorge teve a camisa puxada a poucos passos da grande área, sem falta assinalada. Na sequência, o atacante recebeu cartão amarelo por uma disputa em que sequer tocou no adversário, segundo reclamação em massa dos celestes nas arquibancadas e redes sociais.
Do lado argentino, o estopim foi a expulsão de Adam Bareiro. O primeiro amarelo saiu após dividida sem contato significativo; o segundo, por entrada imprudente aos olhos do árbitro. Para a torcida do Boca, as duas advertências foram exageradas e mudaram o rumo da partida, marcada por 90 minutos de forte marcação e discussões constantes.
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Lances polêmicos elevam pressão sobre arbitragem
As críticas apontam que Ostojich teria perdido o controle disciplinar, alternando critérios e “pilhando” os atletas de ambos os lados. Resultado: nove cartões distribuídos, sendo dois vermelhos (Bareiro e um membro da comissão técnica argentina – expulsão indireta após reclamações).
- Falta ignorada: Kaio Jorge teve a camisa puxada dentro da meia-lua; arbitragem seguiu o lance.
- Cartões desequilibrados: Cruzeiro recebeu advertência rápida, enquanto entradas duras do Boca demoraram a ser punidas.
- Dupla advertência a Bareiro: segundo amarelo culminou na expulsão e revoltou os xeneizes.
Apesar da tensão, o gol da vitória foi marcado por Néisser Villarreal, aproveitando sobra de escanteio aos 62 minutos. O resultado deixa o Cruzeiro na liderança provisória do grupo, enquanto o Boca amarga posição intermediária, ainda vivo na briga por classificação.
Com o apito final, as redes sociais explodiram em comentários hostis ao árbitro. Termos como “arbitragem vergonhosa” e “insanidade” dominaram o trend brasileiro e argentino, reforçando o debate sobre o nível de juízes na Conmebol.
Imagem: Divulgação
Próximos jogos de Cruzeiro e Boca Juniors
- 02/05 – Cruzeiro x Atlético-MG, 21h, Mineirão (Brasileirão)
- 09/05 – Bahia x Cruzeiro, 21h, Arena Fonte Nova (Brasileirão)
- 05/05 – Barcelona-EQU x Boca Juniors, 21h, Guayaquil (Libertadores)
- 06/05 – Universidad Católica x Cruzeiro, 23h, Santiago (Libertadores)
O calendário pesado exige rápida recuperação emocional, já que novos confrontos decisivos se aproximam. Treinadores de ambos os clubes evitam declarações contundentes em público, mas internamente há movimentação para cobrar a Conmebol sobre a atuação de Ostojich.
Perguntas Frequentes
Por que a arbitragem de Esteban Ostojich foi contestada?
Decisões consideradas incoerentes, como falta não marcada em Kaio Jorge e expulsão de Adam Bareiro, geraram críticas simultâneas de torcedores de Cruzeiro e Boca Juniors.
O resultado do jogo pode ser alterado pela Conmebol?
Não. A entidade só altera placares em casos excepcionais, como irregularidades comprovadas fora de campo. Reclamações sobre interpretação de lances raramente mudam o resultado.
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Em resumo, a vitória do Cruzeiro foi apagada pela atuação de Esteban Ostojich, que uniu brasileiros e argentinos em críticas contundentes. Continue navegando pelo site para outras repercussões e o desdobramento dessa polêmica.



