Árbitro alemão Daniel Siebert dominou as atenções na final da Champions League, e confesso que, desde o apito inicial, percebi que cada decisão dele seria analisada no microscópio.
O duelo de 30 de maio de 2026, entre Paris Saint-Germain e Arsenal, começou com gol relâmpago de Kai Havertz para os ingleses, mas logo as câmeras e as redes sociais se voltaram ao juiz por três lances cheios de discussão.
- Dois possíveis toques de mão dentro da área não marcados
- Interrupção do primeiro tempo antes de um escanteio para o Arsenal
- Cartão amarelo por cera aplicado logo na volta do intervalo
Árbitro alemão rouba a cena na final da Champions
As primeiras polêmicas surgiram ainda na etapa inicial. Em dois ataques parisienses, a bola bateu no braço de defensores do Arsenal — em um, Leandro Trossard; em outro, Bukayo Saka. Siebert revisou rapidamente com o VAR e mandou seguir, irritando torcedores franceses que já vislumbravam o empate imediato.
O clima esquentou de vez aos 47 minutos. Quando Saka se posicionava para cobrar escanteio, o cronômetro estourou e o árbitro apitou o intervalo, alegando demora excessiva do batedor. A decisão gerou vaias no estádio e uma enxurrada de posts questionando o critério adotado.
Polêmicas de Siebert influenciam PSG x Arsenal
Na segunda etapa, o alemão manteve o rigor: aos 51, mostrou amarelo para Mosquera por retardar a reposição de bola. Enquanto isso, o placar continuava 1 a 0 para os Gunners, que fechavam espaços e apostavam em contra-ataques.
- Kai Havertz marcou aos 8 minutos de jogo
- PSG teve mais posse, mas poucas chances claras
- Partida terminou empatada em 1 a 1; decisão foi aos pênaltis, 4 a 3 para PSG
Ao fim dos 120 minutos, a discussão sobre a arbitragem superou até a emoção dos pênaltis. Comentários variaram entre elogios ao critério uniforme de Siebert e críticas por suposta falta de sensibilidade em momentos decisivos.
Imagem: Divulgação
Perguntas Frequentes
Por que o árbitro não marcou pênalti nos lances de mão?
A interpretação foi de que os braços estavam em posição natural, sem movimento intencional em direção à bola, e o VAR confirmou a decisão de campo.
É permitido encerrar o tempo antes da cobrança de escanteio?
Sim. A regra determina que o árbitro finalize a etapa quando o tempo regulamentar se esgota, exceto se ele julgar necessário acréscimo adicional.
Para acompanhar mais análises e notícias atualizadas do futebol mundial, visite o MaisBola.
Resumo: Daniel Siebert assumiu protagonismo na final da Champions, com lances que dividiram opiniões e influenciaram o clima dentro e fora de campo. Continue navegando pelo site e fique por dentro de tudo que mexe com o torcedor!



