Corinthians repudia racismo e promete punir torcedor




Corinthians repudia racismo no Dérbi e, ao acompanhar o caso de perto, relato que o clube iniciou uma operação imediata para identificar o torcedor que ofendeu o goleiro Carlos Miguel, do Palmeiras, na noite de domingo (12/04).

O incidente ocorreu logo após uma defesa decisiva na Neo Química Arena, encerrando o clássico em 0 x 0. O Corinthians divulgou comunicado reafirmando tolerância zero a discriminação e garantiu colaboração total com a polícia.

  • Ofensa racista registrada em vídeo
  • Clube mobiliza equipe de segurança e tecnologia
  • Lei prevê pena de até cinco anos de prisão

Corinthians repudia racismo e promete punir torcedor

No setor Oeste do estádio, um torcedor chamou o goleiro palmeirense de “macaco” logo após a defesa frente a Yuri Alberto, aos 25 minutos do segundo tempo. A gravação viralizou nas redes sociais, acelerando a resposta do clube alvinegro.

Em nota oficial, a diretoria declarou que utilizará imagens internas, sistema de reconhecimento facial e registros de ingresso para localizar o agressor. A promessa é encaminhar a identidade ao Ministério Público e solicitar punição exemplar.

Medidas adotadas pelo Corinthians contra o racismo

A estratégia anunciada segue o protocolo que o clube já aplicou em janeiro, quando colocou a frase “Racismo é Crime” no uniforme após ataques a outro goleiro. Agora, o planejamento inclui:

  • Revisão digital das câmeras de segurança em alta definição
  • Cruzamento de dados com o controle de acesso biométrico
  • Entrega de relatório completo às autoridades em até 48 horas

O clube relembrou que injúria racial foi equiparada a racismo pela Lei 14.532/2023, aumentando a pena para dois a cinco anos de reclusão sem possibilidade de fiança. A diretoria reforçou seu “compromisso histórico com respeito, igualdade e inclusão”.

Além das ações internas, o Corinthians pretende intensificar campanhas educativas nos próximos jogos, distribuir material informativo nas catracas e exibir mensagens contra preconceito nos telões do estádio.

Próximo jogo pela Libertadores

Enquanto a investigação avança, o Corinthians volta a campo na quarta-feira (15/04), às 21h30, novamente na Neo Química Arena, contra o Independiente Santa Fe pela fase de grupos da Libertadores. O clube espera ambiente pacífico e vigilante para evitar novos episódios.

  • Partida vale liderança do grupo
  • Ingressos esgotados antecipadamente
  • Segurança reforçada em todos os setores

A Confederação Sul-Americana de Futebol acompanha o caso e pode abrir processo disciplinar se entender que houve falha organizacional. Até o momento, a entidade aguarda relatório da delegada da partida.

Perguntas Frequentes

Qual é a pena prevista para injúria racial no Brasil?

A legislação prevê reclusão de dois a cinco anos, além de multa, sem direito a fiança.

Como o Corinthians pretende identificar o torcedor?

O clube usará gravações internas, reconhecimento facial e cruzamento de dados de ingressos para chegar ao autor da ofensa.

Houve punições anteriores por racismo na Neo Química Arena?

Sim. Em janeiro, torcedores adversários foram denunciados após injúrias contra o goleiro Hugo Souza, resultando em abertura de inquérito.

Para acompanhar todas as atualizações sobre o caso e outras notícias do futebol brasileiro, visite o MaisBola.

Resumo: Torcedor é filmado chamando Carlos Miguel de “macaco” no clássico Corinthians x Palmeiras. O Corinthians reage de forma imediata, promete entregar o responsável às autoridades e reforça medidas antirracistas. Continue navegando pelo site para não perder nenhuma novidade dos gramados.

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