Coudet reclama mais uma vez de uma decisão de pênalti — e, confesso, a explosão do treinador mexeu com o clima da final entre River Plate e Belgrano neste 24 de maio de 2026.
- Pênalti marcado aos 39 minutos por toque de mão de Rivero
- Nicolás Fernández converteu e abriu o placar
- Eduardo Coudet protestou, foi expulso e falou em “terceira final roubada”
- Belgrano venceu e conquistou o Torneio Apertura 2026
A revisão do VAR conduzida por Falcón Pérez confirmou a infração de Rivero, gerando revolta imediata no banco millonario e mudando o rumo da decisão.
Coudet reclama de pênalti e fala em ‘roubo’ na final
Logo após a confirmação da penalidade, Coudet gesticulou de forma veemente à beira do campo e gritou que os árbitros “tiraram sua terceira final” no Monumental. A frase ecoou enquanto o técnico deixava o gramado expulso, sob vaias e aplausos divididos.
Na cobrança, Nicolás Fernández bateu com firmeza no canto esquerdo, sem chances para o goleiro, colocando o Belgrano em vantagem e incendiando a arquibancada celeste. O River tentou reagir, mas esbarrou na defesa adversária e na própria tensão pós-polêmica.
Pênalti via VAR acirra polêmica de Coudet
O lance decisivo surgiu quando Fernández finalizou dentro da área e a bola tocou no braço de Rivero, que estava próximo ao corpo. Embora parte da torcida considerasse o toque involuntário, o árbitro de vídeo recomendou a revisão, e a decisão em campo foi mantida.
- 39′ – Toque de mão de Rivero dentro da área
- 40′ – Árbitro revê no monitor e aponta a marca da cal
- 41′ – Fernández converte: 1 a 0 Belgrano
Com a vantagem no placar e a expulsão do rival, o Belgrano administrou o resultado até o apito final, garantindo seu primeiro título do Apertura em pleno Monumental e silenciando mais de 80 mil torcedores locais.
Imagem: Divulgação
Perguntas Frequentes
Por que Coudet afirmou ter sido “roubado”?
O técnico entende que não houve intenção no toque de mão de Rivero e considera que decisões semelhantes já o prejudicaram em outras finais disputadas no Monumental.
O VAR poderia ter anulado a marcação?
Poderia, caso entendesse que o braço de Rivero estava em posição natural. A interpretação da arbitragem, porém, foi de aumento de superfície corporal, justificando o pênalti.
Para seguir acompanhando as principais histórias do futebol argentino e mundial, acesse o Mais Bola.
Em resumo, o pênalti convertido por Nicolás Fernández, a expulsão de Coudet e a vitória do Belgrano marcaram uma noite histórica no Apertura 2026. Continue navegando pelo site para mais análises, estatísticas e bastidores do seu time.



