John Textor pode enfrentar ação criminal tripla, diz ex-diretor




John Textor voltou ao epicentro das discussões judiciais — e confesso que poucas vezes vi tensão parecida nos bastidores do futebol. O ex-vice-presidente de futebol do Botafogo, Ricardo Rotenberg, publicou que o empresário deverá responder criminalmente em três países.

O dirigente utilizou suas redes sociais para apontar possíveis responsabilidades criminais a partir de movimentações financeiras envolvendo a Eagle Football Bidco e a filial norte-americana SAF Botafogo USA Inc. A afirmação ganhou força após virem à tona documentos sobre parte de um empréstimo feito pela GDA Luma à SAF alvinegra.

  • Rotenberg aponta Brasil, Estados Unidos e França como palcos de processos.
  • Chamou o dono da SAF alvinegra de “maluco narcisista”.
  • Reforçou que o patrimônio pessoal de Textor pode ser alvo na Justiça norte-americana.

John Textor pode enfrentar ação criminal tripla, diz ex-diretor

Em postagem datada de 9 de junho de 2026, o ex-dirigente escreveu não ter “mais dúvida” sobre a responsabilização de Textor. O tom duro veio acompanhado de nova crítica horas depois, reiterando que o foco do empresário deveria ser a defesa nos tribunais, não a permanência no comando do Botafogo.

Nos textos, Rotenberg destacou que a batalha judicial tende a ser “multi países” e tocou em um ponto sensível: a possibilidade de a Justiça dos Estados Unidos alcançar os bens pessoais de Textor. Isso colocaria em risco não só ativos ligados aos clubes, mas também o patrimônio particular do empresário.

Movimentações financeiras levantam suspeitas

O estopim para a declaração foi a revelação de que parte do empréstimo da GDA Luma, destinado inicialmente à SAF alvinegra, teria sido redirecionado à empresa norte-americana vinculada ao grupo. Esse caminho financeiro levanta questionamentos sobre:

  • Finalidade real dos recursos transferidos.
  • Conformidade com as normas que regem a SAF no Brasil.
  • Possível impacto na estrutura do Botafogo e de outros clubes do conglomerado.

A Eagle Football Bidco controla, além do Botafogo, o Olympique Lyonnais e o RWDM Brussels. Portanto, qualquer investigação criminal pode extrapolar fronteiras, alcançando também França e Bélgica, ainda que Rotenberg tenha mencionado apenas os três países citados.

Para o ex-dirigente, a principal preocupação de Textor no momento deveria ser a possível responsabilização e não discussões sobre eventual saída do clube carioca. As mensagens foram replicadas por torcedores nas redes, aumentando a pressão sobre o investidor americano.

Perguntas Frequentes

Por que John Textor pode ser responsabilizado criminalmente?

As suspeitas recaem sobre o destino de recursos originados de um empréstimo que, segundo o ex-diretor, teriam sido enviados a uma empresa ligada ao grupo nos Estados Unidos, levantando hipóteses de irregularidades financeiras.

Quais países podem abrir processos contra John Textor?

Brasil, Estados Unidos e França são apontados como prováveis cenários de ações criminais, pois os três possuem relação direta com as operações da Eagle Football Bidco.

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Em resumo, as acusações de Ricardo Rotenberg colocam John Textor em rota de colisão com autoridades de três jurisdições. A situação ainda pode se desdobrar em novas frentes, à medida que detalhes financeiros venham à tona. Fique ligado no MaisBola para acompanhar os próximos capítulos.

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