Luís Castro abriu a entrevista coletiva relatando, em minhas palavras, que o empate do Grêmio diante do Montevideo City Torque na Copa Sul-Americana expôs desafios físicos e táticos.
O técnico destacou confiança no elenco, justificou a ausência de Arthur desde o início e apontou limitações provocadas por lesões e calendário apertado.
- Arthur poupado por não suportar 90 minutos
- Quatro substituições ainda no intervalo por problemas físicos
- Treinador admite fase “média para baixa” da temporada
Luís Castro analisa empate do Grêmio e explica escolhas táticas
Castro avaliou que o Grêmio merecia vencer, embora reconheça que o Torque terminou melhor a fase de grupos. Ele reforçou confiança total nos atletas escolhidos para iniciar a partida e afirmou não ter errado na escalação.
Para o treinador, Arthur “faz coisas imprevisíveis”, mas não estava apto para atuar o tempo completo. A decisão de preservá-lo decorreu de avaliações internas. O meia acabou acionado na etapa final, porém o time já havia esgotado quase todas as trocas depois das saídas de Luís Eduardo e Pavón, ambos lesionados, além de dificuldades relatadas por Amuzu.
Lesões e calendário desafiam o elenco gremista
O comandante português lembrou que o grupo não teve pré-temporada tradicional. Desde janeiro, os jogadores participam de compromissos oficiais a cada 48 horas, o que, segundo ele, impede sessões de treino adequadas para ajustes táticos.
- Luís Eduardo e Pavón deixaram o gramado lesionados
- Amuzu relatou dores no intervalo e foi substituído
- Equipe realizou testes físicos em jogo oficial, sem tempo para treinar
Castro ainda classificou a campanha atual como aquém do desejado, embora ressalte a conquista do campeonato estadual. A queda para a segunda posição do grupo na Sul-Americana frustrou a meta de classificação direta às oitavas.
Sobre Tiago, o treinador explicou que o jogador possui características distintas de Arthur, sem qualquer avaliação negativa de desempenho.
Imagem: Lucas Uebel
Perguntas Frequentes
Por que Arthur não começou jogando?
O meia apresentou condições físicas limitadas e não aguentaria os 90 minutos, segundo avaliação interna. Por isso, foi preservado e utilizado apenas na segunda etapa.
Quais atletas deixaram o jogo lesionados?
Pavón e Luís Eduardo saíram com contusões, enquanto Amuzu pediu para sair no intervalo devido a dores.
O técnico admite erro na escalação inicial?
Não. Luís Castro reiterou confiança total nos jogadores escolhidos e negou equívocos táticos.
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Resumo: Luís Castro justificou as escolhas contra o City Torque apontando limitações físicas de peças-chave, lesões inesperadas e falta de tempo para treinar. O técnico manteve confiança no elenco, lamentou não terminar na liderança do grupo e reforçou a busca por evolução iminente. Continue navegando no site e saiba tudo sobre seu time.



