Lyon queixa-crime — Nesta segunda-feira, compartilho a informação de que o Eagle Football Group, controlador do clube francês, levou ao Ministério Público de Lyon uma denúncia sobre movimentações financeiras sem respaldo econômico.
O dossiê, produzido por um escritório externo, identifica falhas graves na gestão ocorrida entre maio de 2023 e junho de 2025, período em que John Textor comandava o clube.
- Queixa-crime protocolada em 4 de junho de 2026
- Centenas de milhões de euros sob suspeita
- Possíveis crimes: apropriação indébita e divulgação de dados falsos
Lyon queixa-crime revela centenas de milhões sem motivo
O Conselho de Administração do Eagle Football Group se reuniu em 8 de junho de 2026 para avaliar o relatório interno que evidenciou desorganização deliberada nas operações e uma “opacidade sistemática” na contabilidade. A investigação cita atrasos de pagamentos à seguridade social e crises de caixa que coincidiram com saídas financeiras de alto volume.
Com base nessas descobertas, os advogados do grupo classificaram as condutas como possíveis violações aos artigos L.242-6 do Código Comercial e 121-7 do Código Penal francês, entre outros dispositivos que tratam de crimes financeiros.
Auditoria detalha possíveis irregularidades no Lyon
O documento encaminhado à promotoria lista, sem divulgar nomes, as seguintes ocorrências:
- Transferências de valores elevados sem documentação que comprove a finalidade
- Apresentação de demonstrações financeiras consideradas enganosas
- Difusão de informações que podem ter afetado o mercado e investidores
O Eagle Football Group manteve a investigação interna aberta e indicou que novas denúncias podem ser protocoladas caso surjam evidências adicionais. Paralelamente, o Lyon negocia com o Botafogo o acerto de dívidas relacionadas ao sistema de “caixa único” adotado enquanto Textor esteve à frente das duas agremiações — etapa decisiva para a venda da SAF alvinegra à GDA Luma Capital.
Imagem: Divulgação
Perguntas Frequentes
Qual o período investigado pela auditoria do Lyon?
As transações analisadas ocorreram entre maio de 2023 e junho de 2025.
Quais crimes podem ser imputados aos envolvidos?
A investigação cita apropriação indébita, apropriação indébita qualificada, divulgação de demonstrações falsas e disseminação de informações enganosas.
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Em resumo, o Lyon sustenta perante a Justiça francesa que houve saídas de capital sem explicação plausível na era Textor e busca responsabilizar os envolvidos. Continue navegando pelo site para não perder nenhuma atualização.



