Rollheiser no Santos ganhou manchetes esta semana, e eu explico logo de início: a atuação do atacante na estreia da Copa Sul-Americana provocou incômodo nos bastidores da Vila.
Na derrota para o Deportivo Cuenca, fora de casa, a comissão técnica avaliou que o camisa 11 esteve aquém do esperado, especialmente na criação ofensiva.
- Desempenho abaixo do planejado
- Dificuldade de adaptação ao modelo tático
- Cobrança por resposta imediata
Rollheiser decepciona e acende alerta no Santos FC
Durante os 90 minutos em Cuenca, o argentino pouco se conectou com o meio-campo, errou passes decisivos e finalizou apenas uma vez. O cenário frustrou expectativas internas, já que o clube o vê como peça-chave no setor criativo para 2024.
A análise pós-jogo apontou três fatores principais: baixa participação nas transições, lentidão na tomada de decisão e falta de sincronia com os extremos. Mesmo levando em conta altitude de 2.500 metros e pressão da torcida equatoriana, o staff santista esperava protagonismo maior.
Evolução é prioridade para Rollheiser no Santos
Apesar da crítica, a leitura interna é de que o processo de adaptação ainda está em curso. O atacante soma poucas partidas com a camisa alvinegra e vinha de pré-temporada intensa na Argentina. Para acelerar o encaixe, a comissão planeja:
- Ajustes de posicionamento entre linhas
- Tarefas específicas de mobilidade em treinos táticos
- Sequência de jogos para elevar confiança
Especialistas em performance lembram que oscilações são comuns em estreias continentais. No entanto, o calendário apertado e a necessidade de resultado rápido tornam a cobrança maior. O Santos disputa simultaneamente Sul-Americana, Brasileirão e Copa do Brasil, e cada ponto pode definir rumos na temporada.
Internamente, a meta é ver evolução já na próxima rodada. Caso o rendimento siga irregular, outras opções ofensivas podem ganhar espaço, aumentando a concorrência na posição.
Imagem: Riquelve Nata
Perguntas Frequentes
Por que Rollheiser foi contratado pelo Santos?
O clube buscou o atacante para adicionar criatividade ao meio-campo e versatilidade ao ataque, atributos que exibiu no futebol argentino.
O que mais pesou na avaliação negativa contra o Deportivo Cuenca?
Baixa participação nas jogadas ofensivas, pouca efetividade nos passes decisivos e dificuldade de se adaptar ao ritmo da partida em altitude.
Há chance de Rollheiser perder a titularidade?
Sim. Caso não apresente evolução imediata, a comissão técnica pode testar alternativas para manter o nível competitivo da equipe.
O episódio reforça o patamar de exigência interno e a busca contínua por desempenho consistente. A bola agora está nos pés de Rollheiser: próximo jogo, nova chance de mostrar por que foi contratado.
Quer mais novidades do Peixe e do futebol brasileiro? Acesse o portal MaisBola e fique por dentro.



