Segurança no Corinthians voltou aos holofotes e, desta vez, eu trago os detalhes sobre a defesa do presidente Osmar Stabile a respeito do uso de uma empresa sem autorização da Polícia Federal para protegê-lo e também sua família.
O dirigente explicou por que o clube mantém, desde julho de 2025, o pagamento do serviço privado oferecido pela Bear Security, companhia criada no Rio de Janeiro e ainda fora do cadastro oficial exigido para o setor.
- Pagamento parte do orçamento alvinegro
- Contrato ativo mesmo sem aval da PF
- Justificativa baseada em episódios de invasão e ameaças
Segurança no Corinthians: presidente justifica contrato irregular
Stabile declarou que o cargo demanda proteção extra após a invasão de torcedores ao Parque São Jorge, em maio de 2025, e outro incidente recente envolvendo abordagem de um associado dentro do clube. O presidente afirmou arcar apenas com combustível e deslocamentos, enquanto o Corinthians cobre a mensalidade da equipe de segurança.
Fundada em janeiro de 2025 e sediada em Realengo, a Bear Security tem o Corinthians como cliente exclusivo. Dos quatro funcionários registrados, dois já atuavam junto à família Stabile antes mesmo de sua eleição, reforçando a relação de confiança citada pelo mandatário.
Contrato sem autorização da Polícia Federal
A legislação brasileira exige permissão prévia da PF, comprovação de capital social mínimo e outras garantias para operar na área de segurança privada. Mesmo sem cumprir esses requisitos, a empresa segue contratada. Stabile argumentou que a prioridade é a confiança pessoal nos profissionais e que, por tratar-se de “segurança VIP”, ele possui liberdade para escolher quem realiza o serviço.
- Empresa registrada em nome da esposa de um policial
- Ausência de licença oficial confirmada
- Presidente diz não ver problema no arranjo
O cartola recordou ainda medidas emergenciais adotadas após a invasão de 2025, quando outras contratações de segurança foram feitas em caráter provisório, incluindo pagamentos que somaram R$ 676,6 mil à época.
Perguntas Frequentes
O Corinthians paga toda a segurança do presidente?
O clube assume a mensalidade da empresa contratada; Stabile diz custear apenas combustível e logística.
Imagem: Divulgação
A empresa possui autorização da Polícia Federal?
Não. A Bear Security ainda não apresenta o documento obrigatório para atuar em segurança privada.
Por que o contrato foi mantido mesmo sem licença?
O presidente afirma confiar nos profissionais e considera a proteção indispensável após episódios de ameaça.
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Em resumo, o caso da segurança no Corinthians envolve pagamento do clube a uma empresa sem autorização federal, defendido pelo presidente como medida preventiva. Continue navegando no site para outras notícias exclusivas e análises.



