Título do Corinthians na Libertadores – Confesso que, ao revisitar aquela noite de 4 de julho de 2012, ainda sinto o eco ensurdecedor das arquibancadas do Pacaembu.
Quatorze anos depois, o colombiano Wilmar Roldán reforçou essa sensação ao afirmar que a decisão entre Corinthians e Boca Juniors foi o ambiente mais hostil que já encarou na vida profissional.
- Estádio lotado: 37.959 pagantes no Pacaembu
- Placar: Corinthians 2 x 0 Boca Juniors
- Conquista invicta garantida ao Timão
Título do Corinthians na Libertadores foi clima mais hostil
Durante um evento festivo na Colômbia, Roldán relembrou a pressão antes mesmo do apito inicial. Fogos, mosaicos em preto e branco com os dizeres “Vai, Corinthians” e cânticos em alto volume criaram uma parede sonora que, segundo ele, superou todas as outras finais que dirigiu.
O Corinthians, comandado por Tite, precisava de vitória simples após empatar o jogo de ida em La Bombonera por 1 x 1. Empurrado pela Fiel, iniciou a partida testando o goleiro Orión em chutes de longa distância do meia Alex, mas a história seria escrita na etapa final.
Como o Timão construiu a vitória sobre o Boca
- 8’ do 2º tempo: Danilo, de calcanhar, ajeita para Emerson Sheik abrir o placar
- 13’: Sheik intercepta passe de Schiavi, dispara do meio-campo e faz o segundo
- Fim invicto: campanha sem derrotas coroada com o troféu inédito
O árbitro já somava experiência de Copa do Mundo, Eliminatórias e finais continentais, mas classifica aquela noite como única. Profissional desde 2003, ele dirigiu oito partidas do Corinthians, distribuindo 23 cartões amarelos e três vermelhos ao clube.
O encontro mais recente ocorreu em fevereiro de 2025, vitória corinthiana por 3 x 2 sobre a Universidad Católica-VEN, quando Roldán se envolveu em polêmica ao empurrar o meia Rodrigo Garro após reclamação no intervalo.
Retrospecto de Wilmar Roldán com o Corinthians
- 8 jogos apitados
- 4 vitórias, 2 empates, 2 derrotas
- 23 cartões amarelos (média 2,8)
- 3 expulsões (média 0,24)
Mesmo fora da Copa do Mundo de 2026, o colombiano segue escalado na atual Libertadores e pode voltar a cruzar o caminho alvinegro já nas oitavas de final, em possível duelo diante do Rosario Central em agosto.
Imagem: Divulgação
Para a Fiel, a lembrança daquela decisão permanece viva: a combinação de pressão nas arquibancadas, eficiência em campo e a certeza de ter intimidado até o árbitro mais experiente do continente.
Perguntas Frequentes
Quem marcou os gols do Corinthians na final da Libertadores 2012?
Emerson Sheik balançou as redes duas vezes, aos 8 e 13 minutos do segundo tempo.
Quantas pessoas estavam no Pacaembu na decisão?
O público pagante foi de 37.959 torcedores.
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Em resumo, a noite de 4 de julho de 2012 continua inesquecível: título inédito, campanha invicta e o reconhecimento de que o Pacaembu viveu o clima mais hostil já sentido por um árbitro de elite. Navegue pelo site e reviva mais momentos históricos do esporte.



